Escritório próprio, home office ou coworking: como escolher?

Escritório próprio, home office ou coworking: como escolher?

O filósofo já disse uma vez: “Uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa”. Para ajudar você a tirar essa dúvida da cabeça, vamos por partes. Em primeiro lugar, é importante falarmos que não existe melhor e nem pior. Existe o que funciona para você e seu tipo de negócio.

Isso nos leva ao segundo ponto: a decisão da escolha está nas suas mãos, pois só você conseguirá avaliar o que faz sentido no momento. Bom, mas para escolher, é preciso conhecer, certo?

Como falou outro filósofo (Francis Bacon, que também foi político e jurista), “saber é poder”. Então, resolvemos esclarecer de uma vez por todas os conceitos e dar a você o poder de responder a dúvida que não quer calar: escritório próprio, home office ou coworking?

Começando com o Escritório Próprio

Esta é a maneira vista como mais tradicional e que muitos estão mais acostumados. Sabe aquela sala em um prédio, ou uma casa em que funciona um escritório ou consultório, por exemplo? É disso que estamos falando quando nos referimos a Escritório Próprio.

Este modelo é indicado para quem deseja um ambiente mais privado para trabalhar e receber seus clientes. Dependendo do seu público, pode ser que este tipo de estrutura faça mais sentido. Um recrutador de talentos que queira garantir que o processo seletivo seja feito com mais discrição pode preferir optar por um escritório próprio. O mesmo podemos dizer de um psicólogo. Mas, mais uma vez, não existem regras.

O problema maior com relação aos escritórios próprios talvez seja o custo para mantê-los. Aluguel, luz, água, internet são alguns dos gastos que você deve colocar no papel. Outra desvantagem é a ausência de networking, o que pode ser prejudicial para o negócio.

E o Home Office?

Entender o que é Home Office é simples. A palavra Home vem do inglês e significa lar ou casa. Office, também de língua inglesa, quer dizer escritório. Juntando tudo temos “escritório em casa”. A prática vem ganhando força no Brasil, especialmente com a mudança na legislação trabalhista (que chama a modalidade de teletrabalho).

O Home Office é indicado para pessoas extremamente focadas, automotivadas, que não estão propensas a distrações (como aquele seriado na Netflix ou a cama em dia de chuva) e que têm disciplina para separar a hora do trabalho da hora do lazer.

Profissionais que optam por esta modalidade também analisam a questão financeira e o fato de preferirem trabalhar sozinhos e em um ambiente silencioso. Uma das vantagens do Home Office é o fim do tempo desperdiçado com deslocamento para chegar ao local de trabalho. Além da conveniência, quando analisamos todas as opções, o Home Office é, sem dúvidas, a mais barata.

Como pontos negativos do Home Office citamos as distrações e a falta de socialização e networking, que podem fazer com que a pessoa seja “cortada” do mundo empresarial. Além disso, sabe aquela história de parecer que nunca se está realmente trabalhando ou realmente relaxando? Se o profissional não tiver disciplina com horário, trabalhar em casa parecerá um eterno trabalho ou uma eterna distração.

E esse tal de Coworking?

Coworking são os espaços compartilhados de trabalho. Para explicarmos melhor, vamos utilizar a definição do Coworking Brasil: “Um espaço de trabalho onde pessoas diferentes têm a oportunidade de dividir o ambiente com outros profissionais distintos”.

Os Coworkings são projetados para fornecer um ambiente produtivo e colaborativo para seus coworkers (pessoas que utilizam um coworking para exercerem suas atividades profissionais) e em sua grande maioria prezam pela qualidade de vida no trabalho. Oferecem toda a estrutura para o profissional trabalhar, ou seja, desde mesas de trabalho, cadeiras confortáveis, internet, telefone e cafezinho, até cozinha equipada.

Muitos Coworkings possuem salas privativas também e, assim, conseguem atender àquele público que precisa de um escritório próprio mas que não quer abrir mão do networking e da colaboração.

Profissionais autônomos geralmente escolhem o Coworking quando:

  • Não querem ter a sensação de que estão trabalhando sozinhos (como no caso do Home Office),
  • Sentem que precisam compartilhar ideias e aprender com os outros,
  • Valorizam a comunidade e a colaboração,
  • Preferem ter uma separação física e clara entre o tempo de trabalho e o tempo de lazer.

Com relação aos custos, se compararmos Coworking com escritório próprio, o primeiro é muito mais barato, porque os gastos com internet, luz, água e telefone, por exemplo, são compartilhados (existem planos específicos para quem utiliza escritório privativo em Coworkings). Já quando a comparação é entre Coworking e Home Office, sem dúvidas trabalhar em casa é mais em conta.

Mas, então: escritório próprio, home office ou coworking?

Como comentamos no início: depende. Pode ser que você seja uma pessoa bem disciplinada para trabalhar em casa, mas precisa estar em contato com outros profissionais para trocas de ideias e até para questões de produtividade. Nesse caso, se você valoriza conexões, então é bem provável que o coworking faça mais sentido.

Existem pessoas que trabalham na modalidade Home Office e precisam, de vez em quando, sair um pouco para ver gente. Às vezes, ir em um café pode ajudar, mas, mais uma vez, é muito mais fácil fazer networking em um local propício para isso, como são os Coworkings.

Uma dica para quem está na dúvida entre escritório próprio, home office ou coworking é fazer um teste. Espaços compartilhados possuem planos e muitos possibilitam que se faça uma experiência por um dia sem custo algum.

Para ajudar um pouco mais a clarear sua mente, que tal fazer um teste? Clicando neste link você pode fazer o nosso teste “Coworking é pra você?”Acesse o quiz e tire essa dúvida!

E agora, conte pra nós: ficou mais fácil entender as diferenças entre escritório próprio, home office ou coworking? Caso tenha ficado com alguma dúvida, é só falar com a gente. Teremos o prazer em te ajudar!